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Cresce debate sobre uso ético da inteligência artificial na educação básica no Brasil

  • há 3 dias
  • 2 min de leitura

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Orientações do Ministério da Educação reforçam uso responsável da tecnologia nas escolas e destacam papel do pensamento crítico O uso da inteligência artificial (IA) já faz parte da rotina de crianças e adolescentes, dentro e fora das salas de aula. Diante dessa realidade, cresce em todo o país o debate sobre como integrar essas ferramentas ao

ambiente escolar de forma ética, consciente e responsável.

Recentemente, o Ministério da Educação apresentou orientações para instituições de ensino durante o webinário “IA na educação básica: caminhos para o currículo e a prática docente”, disponível no YouTube. A proposta é que as escolas não apenas utilizem a tecnologia, mas também ensinem os alunos a compreender como ela funciona.

Entre as competências destacadas estão o desenvolvimento do pensamento crítico, autonomia digital, responsabilidade no uso de dados e a capacidade de reconhecer os limites e riscos das ferramentas de IA.

As diretrizes também reforçam que o uso da tecnologia deve seguir princípios como ética, transparência, proteção de dados e foco no ser humano. Ou seja, a inteligência artificial deve atuar como apoio ao aprendizado — e não substituir o papel do professor ou o desenvolvimento integral dos estudantes.

Segundo a coordenadora de tecnologia educacional do Colégio Salesiano Recife, Joselma Silva, o tema já está sendo trabalhado na prática. A escola tem adotado iniciativas voltadas à cidadania digital, com atividades interdisciplinares que estimulam a reflexão sobre o uso consciente das ferramentas digitais.

“A ideia é preparar os estudantes para compreender, questionar e utilizar a inteligência artificial de maneira responsável no dia a dia”, explica.

Ainda de acordo com a educadora, o processo é gradual, mas essencial para formar jovens mais preparados para lidar com as transformações tecnológicas cada vez mais presentes na sociedade.

Outro ponto importante é a capacitação dos professores. Educadores têm participado de formações sobre o tema, especialmente após iniciativas como o ECA Digital, que atualiza o Estatuto da Criança e do Adolescente para o contexto das tecnologias digitais, abordando segurança online, uso responsável da internet e proteção de dados.


 
 
 

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